09jun
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Em minha opinião o projeto de lei é inconstitucional na forma como está redigido, pois, gera uma soberania de direito ao grupo que demanda tal direito, que, pela própria natureza da formulação legal, anula outros direitos superiores e bem mais antigos em sua legitimidade.
(Caio Fábio no seu texto Lei da mordaça )
Eu sou contra o PLC 122 não porque eu tenha alguma coisa contra a defesa dos homossexuais contra agressões que sofram pela escolha que fizeram mas porque acho que o projeto de lei exagera e dá direitos demais aos homossexuais.
Não sou experiente em interpretação de leis mas me parece (não só a mim mas a outras pessoas que não parecem homofóbicas) que a lei pretende dar direitos aos homossexuais que nem os heterossexuais nunca tiveram.
A lei poderia ser usada para justificar atos escandalosos (carícias exageradas em público, por exemplo) e para um homossexual se manter para sempre em determinado emprego, já que se o patrão decidisse despedir a pessoa por qualquer motivo que fosse, o funcionário poderia alegar que foi por discriminação.
Sou leigo em direito, então se minhas interpretações estiverem erradas podem me corrigir.
Fora os exageros eu não teria nada contra uma lei bem escrita que defendesse os homossexuais contra discriminação, até apoiaria.
Parece que ia haver uma alteração no projeto de lei, talvez fique aceitável.
E você? O que acha?
Links relacionados:
Texto do projeto de lei
Opinião de Caio Fábio
Opinião de Marco Alcantara
Por exemplo, por tal lei, no caso de ela um dia vigorar, os demais direitos universais (como o de expressão de opinião de qualquer natureza, se for contrária às manifestações homossexuais, ainda que escandalosas), serão subjugados pelos direitos de qualidade “Homocráticas” de tal grupo, posto que, pelo bojo da proposta, declara-se mesmo a impossibilidade de discordar publicamente de práticas ou ideologias de conteúdo homossexual.
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Caio Fábio, Homossexualidade, Homossexualismo, PLC 122
08jan
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“E estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus.” (Apocalipse 19 : 13)
A própria Bíblia não se chama de Palavra de Deus mas sim de Escritura.
“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça;” (II Timóteo 3 : 16)
“Por isso também na Escritura se contém: Eis que ponho em Sião a pedra principal da esquina, eleita e preciosa; E quem nela crer não será confundido.” (I Pedro 2 : 6)
“Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação.” (II Pedro 1 : 20)
A Palavra de Deus é Cristo:
“O QUE era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida” (I João 1 : 1)
“Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um.” (I João 5 : 7)
“NO princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” (João 1 : 1)
“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (João 1 : 14)
A Bíblia é inspirada por Deus e contém palavras de Deus em si, mas ela não é a Palavra e nem a Palavra se limita ao livro chamado Bíblia.
Se você resiste em crer que a Bíblia não seja a Palavra de Deus, tente substituir Palavra ou Verbo (que no grego é sinonimo de Palavra) por Bíblia.
A Bíblia testifica no céu junto com o Pai e o Espírito no lugar de Jesus?A Bíblia se fez carne?A Bíblia estava com Deus no principio e era Deus?
“A Bíblia é o Livro.
A Escritura é o Texto.
A Palavra É!” (Caio Fábio)
Leia também: Quando a Bíblia faz mal
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Bíblia, Caio Fábio, Palavra de Deus