Quando a ajudadora se torna uma "cruz"
“E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.” (Gênesis 2 : 18)
Alguém contou que numa aula de teologia em que se falava de divórcio, a professora disse que após se casar a pessoa não podia se separar em hipotese alguma, senão por adultério(conforme o entendimento popular de Mateus 5:32 ).
Segundo ela quem tivesse casado errado por outro motivo, tinha de permanecer junto mesmo assim, “carregando a sua cruz”.
Lembrei-me da história da formação da Eva em Genesis, em que Deus, querendo ajudar o homem cria uma mulher para lhe fazer uma companhia.
Se aquela que deveria ser nossa auxiliadora for uma cruz, que será de nós?
Algumas pessoas continuam sem enxergar que a vontade de Deus com o casamento foi lhe fazer um bem e não lhe prender numa instituição.
Não sou a favor do divórcio banal, mas creio que quando a convivencia não é mais suportável deva-se sim deixar a velha união e procurar uma nova.
Afinal, creio que assim como o sábado o casamento foi feito para o homem e não o homem para ele.
Que o Senhor nos faça crescer em sabedoria e misericórdia.
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Tags: adultério, casamento, divórcio





