Enquete – Prefeito de Catiguá – SP – Eleições 2012

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Em quem você pretende votar para prefeito de Catiguá?
Manolita(Osvaldir Darcie)
João Ernesto Nicoleti






Obs: Não se trata de pesquisa eleitoral, descrita no art. 33 da Lei nº. 9.504/97, mas de mero levantamento de opiniões, sem controle de amostra, o qual não utiliza método científico para sua realização, dependendo, apenas, da participação espontânea do interessado.

João Ernesto venceu as eleições com pouca diferença assim como a enquete. Soube tempos depois da criação dessa enquete que um apoiador de Osvaldir Darcie colocava funcionários seus para votar repetidas vezes na enquete usando algum mecanismo que permitia que a mesma pessoa votasse diversas vezes, por isso em determinado momento Osvaldir que quase não tinha votos disparou. A minha intenção ao criar essa enquete era permitir que as pessoas pudessem expor suas intenções de voto numa ferramenta mais “democrática” e assim pudesse haver uma versão diferente da realidade do que aquela divulgada nas supostas pesquisas de intenção de votos que apareciam em supostas edições de jornais que eram jogados de casa em casa, ora dando a vitória a um candidato, ora dando a outra. Havia uma forte crença de que Manolita fosse invencível e achei importante que isso fosse relativizado para que não influenciasse as eleições. Para ajudar na troca de informações também criei o grupo  Catiguá – Notícias, informações e Debates no Facebook que hoje conta com mais de 9000 membros e permite a troca de muita informação e o debate de temas pertinentes a cidade e a região.Se você é de Catiguá, ou se interessa pelo que acontece na cidade, participe.

Usos, costumes e tradição evangélica

“Por que transgridem os teus discípulos a tradição dos anciãos? pois não lavam as mãos quando comem pão.”  (Mateus 15 : 2)

Usos e costumes são vistos de diversas formas na igreja evangélica brasileira, alguns os vêem como bons costumes, outros como uma nova lei dada aos crentes, outros como costumes escravizantes e outros como forma de manter a “identidade” da denominação.

Quando eu era membro ativo da Assembléia de Deus, vez ou outra ouvia algum irmão dizer que sabia que os usos e costumes não influenciavam na salvação, porém ainda os achava bons, alegando que eles evitavam que a pessoa viesse a praticar certos pecados reais.

Muitas vezes, embora a pessoa dissesse em alguns momentos que costumes eram só “bons”, demonstrava outras coisas no seu modo de viver e conversar , como se os usos e costumes fossem realmente mandamentos necessários de serem seguidos, implicando sim na salvação.

Eu era um dos que pensavam assim, pois desde novo convertido foi condicionado a esse pensamento, porém, depois de muito tempo de estudo bíblico e meditação, percebi que tais coisas não tinham importância (primeiro cri com a razão, depois de um bom tempo que fui crer com as emoções).

Há aproximadamente dois anos atrás, fiquei sabendo por uma de minhas irmãs que uma das moças da igreja estava passando frio na escola, pois mesmo nas manhãs mais frias continuava indo de saia para a aula (caso alguém não saiba, algumas denominações proíbem mulheres de usar calças, alegando serem “roupa de homem”).

Como na época eu já entendia que costumes não salvam e até incomodam, embora entendesse a igreja continuar em uso deles, disse a ela que pusesse a calça se necessário, pois eu assumiria a responsabilidade caso o pastor não gostasse.

Porém o pai dessa moça era rígido e não permitia, pois pensava ser pecado mesmo e, como imaginei que meus argumentos não fossem adiantar com ele, resolvi falar com o pastor para que avisasse as irmãs da igreja que poderiam usar calças ao menos naquela época fria, de modo que o pai dela pelo menos ouvisse o pastor-guru e assim deixasse sua filha se agasalhar em paz.

Porém quando falei com o pastor a sua resposta foi que, embora ele não fosse achar ruim dela usar calça, ele não diria isso à igreja, pois se “liberasse” agora teria de “liberar” sempre, depois disse que se as irmãs do passado agüentaram o frio, ela também poderia agüentar…

Esse é um típico exemplo de quando alguém acha o costume tão “bom” que justifica até o sofrimento alheio ao ter de cumpri-lo.
Quando para se cumprir um costume tem de se perder a misericórdia para com os outros tal costume não é bom, é maligno.

“Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício, não condenaríeis os inocentes.”  (Mateus 12 : 7)

“E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus.”  (Mateus 15 : 6)

Além do mais, recebemos de Deus uma consciência para que possamos examinar o que nos convém ou não, de modo que ser obrigado a seguir costumes denominacionais vai contra a liberdade que nos foi dada, sendo algo totalmente retrógrado e imaturo para um cristão.

Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo, tais como: Não toques, não proves, não manuseies?
As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens; (Colossenses 2:20-22)