O que é a Graça de Deus?

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“Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.”  (Romanos 3 : 24)

Você sabe o que é a Graça de Deus? Sabe para que ela serve?

Muitos provavelmente darão a resposta padrão: “Graça é favor imerecido”
Mas que favor é esse?
Em que esse favor não merecido afeta a minha vida?
Qual é esse favor que eu recebo sem merecer?

Ora, o favor imerecido de que Paulo fala é a salvação sem merecimento.

Sim, pela graça somos salvos sem merecer a salvação!

“Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça.”  (Romanos 4 : 5)

É importante que se diga isso (mesmo sendo óbvio para muitos, ainda que só na teoria) pois ainda há quem pense que a graça nos salva mas não nos salva totalmente, pois ainda precisamos nos salvar por nossas obras.
É o que aprendi, de forma direta ou indireta, nas várias igrejas evangélicas por onde passei até conhecer o Caminho da Graça do pastor Caio Fábio.
Não que eu só tenha entendido a Graça através do Caio, mas, fora Paulo, ele foi um dos primeiros que eu achei que falou dela claramente.
Paulo diz diversas vezes que ou a pessoa se salva pela fé ou pelas obras(na verdade essa é uma impossibilidade, mas há quem tente), não há como ser metade pela graça e metade pelas obras.

“…o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada.”  (Gálatas 2 : 16)

Como você entende a Graça de Deus?Foi ensinado de forma satisfatória em sua igreja acerca dela?

Esse post faz parte da blogagem coletiva sobre a Graça de Deus, promovida pelo blog Celebrai! na sua 2ª promoção.

Creative Commons License photo credit: MarcinMoga / Lolek

Rótulos são tão importantes assim?

“Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns.”  (I Coríntios 9 : 22)

Tenho percebido que algumas pessoas,principalmente no meio evangélico, tem uma preocupação exagerada com como o rótulo que algo ou alguém carrega.

Há anos atrás,  alguns debatiam sobre como seria a forma correta de se rotular um crente, se era “crente”, cristão ou “evangélico”.

Já a pouco tempo ouvi uma irmã dizer que achava o Caio Fábio estranho só porque usava nomes como “caminho”, “mentor” e “estação”(entre outros) e outra que não gostava dele por ele não gostar do nome “evangélico”.

Eu pessoalmente, de um tempo para cá, preferi me afastar de nomes devido a limitação e compromissos que eles acabam trazendo a quem os usa aos olhos dos outros.

De modo que se você diz que é “do Caminho”, alguns imaginam que então você  deve ser de uma seita;  se se diz evangélico acham que tem que manter o padrão imaginado por eles.

Creio que somos o que somos,independentemente de como nos chamamos ou outros nos chamam.

Hoje em dia eu me denomino, cristão, crente, protestante, evangélico, caminhante, testemunha de Jeová, testemunha de Jesus e etc.

Utilizo rótulos apenas para que me entendam e não necessariamente para mostrar quem eu sou nos mínimos detalhes,por isso se vou falar com alguém que só entende cristão como “evangélico”, não complicarei tentando usar um nome que ela não conheça e direi que sou evangélico; porém, se for falar com um testemunha de Jeová, também posso me dizer testemunha de Jeová (embora por alguns motivos eu prefira não fazer isso mais).

Nome é como roupa, apenas cobre o que você é na verdade.