Cai a máscara de Silas Malafaia

“E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.” (II Pedro 2 :3)

Há algum tempo atrás, bem antes de que meus olhos começassem a se abrir para a realidade da Graça de Deus em oposição a religião em que vivia, eu era um grande admirador de Silas Malafaia.

Sempre acompanhava seus programas e os achava mais interessantes que os do Movimento pentecostal da CPAD.

Algum tempo depois conheci os textos de Caio Fábio de Araújo Filho e suas palavras baseadas na bíblia e, juntamente com isso as denuncias de certos ícones cristãos, entre eles  Silas Malafaia .

De ínicio não levava tão a sério as denuncias até que comecei a enxergar no modo de agir dele algo estranho a partir do ataque dele a Globo e apoio aos incondicional a quem se declare evangélico, no epísódio da prisão do casal Hernandes.

A partir daí notei a maldade dele em tentar manipular os que assistiam a seu programa, para crerem que tudo era perseguição e que os evangélicos não deviam nada.

Porém o golpe fatal foi a pouco tempo, quando Silas Malafaia de maneira surpreendente e descarada abraçou a uma doutrina da qual não falava antes, a prosperidade.

Choquei-me ao ver que aquela mascara de ovelha caia, para mostrar a face real de lobo que ele escondeu durante todo esse tempo.

Chamar ao que oferta com gratidão de trouxa e a cliente que reclama dele falar de dinheiro de hipócrita é um dos sinais de que agora não há mais teatro, mas sim aquilo que ele realmente é: um manipulador.

Meu desejo é que ele assim como qualquer pecador se arrependa e possa desfazer ao menos parte do mal que tem feito todo esse tempo.

Porém não deixarei de expor quem ele é àqueles que ainda o veem como simbolo cristão.

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Rótulos são tão importantes assim?

“Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns.”  (I Coríntios 9 : 22)

Tenho percebido que algumas pessoas,principalmente no meio evangélico, tem uma preocupação exagerada com como o rótulo que algo ou alguém carrega.

Há anos atrás,  alguns debatiam sobre como seria a forma correta de se rotular um crente, se era “crente”, cristão ou “evangélico”.

Já a pouco tempo ouvi uma irmã dizer que achava o Caio Fábio estranho só porque usava nomes como “caminho”, “mentor” e “estação”(entre outros) e outra que não gostava dele por ele não gostar do nome “evangélico”.

Eu pessoalmente, de um tempo para cá, preferi me afastar de nomes devido a limitação e compromissos que eles acabam trazendo a quem os usa aos olhos dos outros.

De modo que se você diz que é “do Caminho”, alguns imaginam que então você  deve ser de uma seita;  se se diz evangélico acham que tem que manter o padrão imaginado por eles.

Creio que somos o que somos,independentemente de como nos chamamos ou outros nos chamam.

Hoje em dia eu me denomino, cristão, crente, protestante, evangélico, caminhante, testemunha de Jeová, testemunha de Jesus e etc.

Utilizo rótulos apenas para que me entendam e não necessariamente para mostrar quem eu sou nos mínimos detalhes,por isso se vou falar com alguém que só entende cristão como “evangélico”, não complicarei tentando usar um nome que ela não conheça e direi que sou evangélico; porém, se for falar com um testemunha de Jeová, também posso me dizer testemunha de Jeová (embora por alguns motivos eu prefira não fazer isso mais).

Nome é como roupa, apenas cobre o que você é na verdade.