Ame-se

 

Jesus nos manda amarmos ao próximo como amamos a nós mesmos, logo é preciso que tenhamos amor próprio, não podemos deixar isso de lado.

No entanto, o amor que devemos ter, tanto por nós mesmos quanto pelos outros, não é o amor conforme o mundo, mas o amor segundo Deus.

Para saber como é o amor segundo Deus temos de conhece-Lo (pois Deus é amor), observar o Seu amor por nós e imitá-lo.

“Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.”  (I João 4 : 8 )

A forma correta de amarmos a nós mesmos é amarmo-nos da forma mais próxima da forma como Deus nos ama.

Só depois de entendermos o amor que Deus tem por nós é que poderemos amarmo-nos de forma correta e consequentemente ao nosso próximo.

Um exemplo de como Deus nos ama é mostrado pelo autor da Carta aos Hebreus:

“Porque o Senhor corrige o que ama, E açoita a qualquer que recebe por filho.”  (Hebreus 12 : 6)

O que aprendemos com isso?Que Deus nos corrige por amor para nosso bem; logo se temos amor próprio também temos de nos corrigir e, se amamos ao próximo, devemos corrigi-lo também.

Percebe como isso contraria a visão do amor próprio segundo o mundo?Se não levarmos em conta o amor de Deus fugiremos das correções e não corrigiremos o nosso próximo, só porque a correção causa um incomodo temporário(basicamente um problema de orgulho).

“E, na verdade, toda a correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela.”  (Hebreus 12 : 11)

Como anda seu amor próprio?Ele se parece com o amor que Deus tem por ti?

Esse post faz parte da blogagem coletiva para incentivar o amor próprio e ganhar o livro Você é linda da Jenna Lucado pela editora Thomas Nelson Brasil.

 

Rótulos são tão importantes assim?

“Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns.”  (I Coríntios 9 : 22)

Tenho percebido que algumas pessoas,principalmente no meio evangélico, tem uma preocupação exagerada com como o rótulo que algo ou alguém carrega.

Há anos atrás,  alguns debatiam sobre como seria a forma correta de se rotular um crente, se era “crente”, cristão ou “evangélico”.

Já a pouco tempo ouvi uma irmã dizer que achava o Caio Fábio estranho só porque usava nomes como “caminho”, “mentor” e “estação”(entre outros) e outra que não gostava dele por ele não gostar do nome “evangélico”.

Eu pessoalmente, de um tempo para cá, preferi me afastar de nomes devido a limitação e compromissos que eles acabam trazendo a quem os usa aos olhos dos outros.

De modo que se você diz que é “do Caminho”, alguns imaginam que então você  deve ser de uma seita;  se se diz evangélico acham que tem que manter o padrão imaginado por eles.

Creio que somos o que somos,independentemente de como nos chamamos ou outros nos chamam.

Hoje em dia eu me denomino, cristão, crente, protestante, evangélico, caminhante, testemunha de Jeová, testemunha de Jesus e etc.

Utilizo rótulos apenas para que me entendam e não necessariamente para mostrar quem eu sou nos mínimos detalhes,por isso se vou falar com alguém que só entende cristão como “evangélico”, não complicarei tentando usar um nome que ela não conheça e direi que sou evangélico; porém, se for falar com um testemunha de Jeová, também posso me dizer testemunha de Jeová (embora por alguns motivos eu prefira não fazer isso mais).

Nome é como roupa, apenas cobre o que você é na verdade.