A parábola do trabalhador doente

 

“Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça.”  (Romanos 4 : 5)

Estava conversando ontem com alguns amigos sobre a Graça e me veio à mente uma parábola que talvez a explique bem:

A salvação pela Graça é semelhante a um empresário que, encontrando um homem desempregado que por ser doente era incapaz de executar bem qualquer tarefa, o contrata, paga o salário que um trabalhador saudável, eficiente e eficaz receberia e providencia tudo o que é preciso para que esse homem possa ir se curando, demore o quanto demorar.

Sabemos que normalmente um empresário não iria querer um prejuízo desses, assim como muitos crentes não aceitam que Deus possa agir assim, mas é assim que é.

Todos temos a doença do pecado e não poderemos jamais sermos justos por nossa própria capacidade, de modo que Deus nos aceita como somos e vai nos ajudando a melhorar dia a dia.

Se alguém ainda não tiver entendido o que seja a Graça, talvez esse vídeo esclareça:

Qual é o mundo que não devemos amar?

Lust II

“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.”  (I João 2 : 15)

João nesse verso não está falando que não se deve frequentar lugares não consagrados, estar com pessoas de fora da igreja ou apreciar criações humanas que não tragam o nome de Deus estampado.

O mundo do qual ele fala pode ou não existir dentro dessas coisas, pois é um espírito, um conjunto de atitudes que contraria o evangelho e que habita o coração humano.

O mundo que não se deve amar é o pensamento humano corrompido.

A descrição que ele faz desse mundo que não se deve amar, demonstra isso:

“Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.”  (I João 2 : 16)

Perceba que para dizer o que há no mundo ele não cita objetos, pessoas ou lugares e sim desejos excessivos (concupiscências), tanto da carne quanto dos olhos, além da soberba (orgulho).

Logo estar num lugar, ouvir uma música ou ter amigos não evangélicos não significa necessariamente amar o mundo, mas se além dessas coisas se amar a esses sentimentos ruins, aí se estará amando ao mundo.

Para saber quais os desejos que são ruins e fazem parte do mundo, deve-se usar o critério que aparece na descrição de João: o que há nesse mundo não provém do Pai.

Ora, para sabermos o que não provém do Pai, basta que conheçamos o que provém dele e para isso temos a Palavra.

“Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação.”  (Tiago 1 : 17)

Todo sentimento que contraria o ensino do Evangelho é mundano e não deve ser amado, ainda que por fraqueza venha a ser praticado.

“Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo.”  (Romanos 7 : 21)

O mundo(descrito no verso acima como mal) existe em qualquer coração, o cristão em transformação, porém, não deve amá-lo.

O segredo para quem quer deixar de amar o mundo é buscar o Reino de Deus e automaticamente isso gerará em nós o desamor ao anti-Reino que já está em nós:o mundo.

“Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.”  (João 17 : 15)

Para uma visão mais aprofundada sobre o tema, leia:UM MUNDO PARA AMAR: e um para não amar do pastor Caio Fábio.

Cai a máscara de Silas Malafaia

“E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.” (II Pedro 2 :3)

Há algum tempo atrás, bem antes de que meus olhos começassem a se abrir para a realidade da Graça de Deus em oposição a religião em que vivia, eu era um grande admirador de Silas Malafaia.

Sempre acompanhava seus programas e os achava mais interessantes que os do Movimento pentecostal da CPAD.

Algum tempo depois conheci os textos de Caio Fábio de Araújo Filho e suas palavras baseadas na bíblia e, juntamente com isso as denuncias de certos ícones cristãos, entre eles  Silas Malafaia .

De ínicio não levava tão a sério as denuncias até que comecei a enxergar no modo de agir dele algo estranho a partir do ataque dele a Globo e apoio aos incondicional a quem se declare evangélico, no epísódio da prisão do casal Hernandes.

A partir daí notei a maldade dele em tentar manipular os que assistiam a seu programa, para crerem que tudo era perseguição e que os evangélicos não deviam nada.

Porém o golpe fatal foi a pouco tempo, quando Silas Malafaia de maneira surpreendente e descarada abraçou a uma doutrina da qual não falava antes, a prosperidade.

Choquei-me ao ver que aquela mascara de ovelha caia, para mostrar a face real de lobo que ele escondeu durante todo esse tempo.

Chamar ao que oferta com gratidão de trouxa e a cliente que reclama dele falar de dinheiro de hipócrita é um dos sinais de que agora não há mais teatro, mas sim aquilo que ele realmente é: um manipulador.

Meu desejo é que ele assim como qualquer pecador se arrependa e possa desfazer ao menos parte do mal que tem feito todo esse tempo.

Porém não deixarei de expor quem ele é àqueles que ainda o veem como simbolo cristão.

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