Por que nos vestimos?

“E ambos estavam nus, o homem e a sua mulher; e não se envergonhavam.”  (Gênesis 2 : 25)

“Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; e coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais.”  (Gênesis 3 : 7)

“E ele disse: Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me.

E Deus disse: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses?”  (Gênesis 3 : 10,11)

“E fez o SENHOR Deus a Adão e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu.”  (Gênesis 3 : 21)

Muitas pessoas afirmam que o fato de Deus ter feito roupas para Adão e Eva seja uma prova bíblica de que as pessoas devam se vestir e que não se vestir seria um pecado, mas esse assunto não é tão simples.

Em primeiro lugar, devemos lembrar que Deus criou Adão e Eva nus e nunca disse que deveriam se vestir antes que pecassem.Não há referência bíblica que diga que a nudez em si seja pecado.

É um erro achar também que a nudez não fosse pecado porque o homem e a mulher ainda fossem “inocentes como crianças”(hoje em dia sabemos que crianças não são tão inocentes assim) e não viam maldade na nudez por não conhecerem o sexo.

Antes do pecado, Deus manda que eles se reproduzam e não seria por clonagem…

“E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.”  (Gênesis 1 : 28)

Logo, Adão e Eva conheciam o sexo, mas não conheciam a tal “nudez”…

Ao comer do fruto, o texto diz que perceberam que estavam nus.Mas o que isso quer dizer?Que diferença faz saber isso?E por que, ao perceber que estavam nus, tentaram se cobrir?Quem lhes disse que deviam cubrir a nudez a partir do momento em que a notassem?

Creio que o que aconteceu foi que o homem e a mulher se sentiram culpados após desobedecer ao mandamento divino e, não sabendo como lidar com isso, acharam que o problema estava na nudez.

O problema não era a nudez, nunca foi.Apenas foi uma confusão.

Eles perceberam estar em pecado mas traduziram como “estamos nus”.
Tentaram se esconder de Deus fazendo para si roupas de folhas, como quem tenta se redimir de um erro, fazendo uma boa ação que esconda a má.

Sabendo Deus que a única forma deles se sentirem mais tranquilos novamente, seria falar segundo a simbologia que a mente deles havia criado, matou um animal e os cobriu com uma roupa de peles, já simbolizando também que para o pecado deles ser realmente apagado diante de Deus seria necessário a morte de um inocente no lugar deles.

Talvez tenha sido isso o que originalmente aconteceu, mas aí o tempo passou, a tradição das roupas continuou na maioria dos lugares e as pessoas se acostumaram a andar sempre vestidas, mesmo quando não haja utilidade nisso.

Acostumadas a andar sempre vestidas, acostumaram-se a associar nudez a vulgaridade, erotismo e sensualidade e a achar que é impossível o mundo viver nu sem se tornar uma orgia global.

Alguns escaparam desse pensamento e hoje temos a chance de ver que as coisas podem ser diferentes, que pessoas podem estar nuas e juntas sem desrespeitarem umas às outras conhecendo locais naturistas e seus praticantes.

“Deus seja louvado” pode ser retirado do nosso dinheiro

A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) em São Paulo pediu à Justiça Federal que determine a retirada da expressão “Deus seja louvado” das cédulas de reais. A medida não gerará gastos aos cofres públicos já que, em caráter liminar, a ação pede que seja concedido à União o prazo de 120 dias para que as cédulas comecem a ser impressas sem a frase.
Um dos principais argumentos utilizados pela ação é o de que o Estado brasileiro é laico e, portanto, deve estar completamente desvinculado de qualquer manifestação religiosa. Além disso, são lembrados princípios como o da igualdade e o da não exclusão das minorias para reforçar a tese de que a frase “Deus seja louvado” privilegia uma religião em detrimento das outras.
No ano passado, a PRDC recebeu uma representação questionando a permanência da frase nas cédulas de reais. Durante a fase de inquérito, a Casa da Moeda informou à Procuradoria que cabe privativamente ao Banco Central (BC) “não apenas a emissão propriamente dita, como também a definição das características técnicas e artísticas” das cédulas. Para o BC, o fundamento legal para a existência da expressão nas cédulas é o preâmbulo da Constituição, que afirma que ela foi promulgada “sob a proteção de Deus”. Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI6294584-EI306,00-Procuradoria+quer+excluir+expressao+Deus+seja+louvado+das+cedulas.html

Guias cegos! Vocês coam um mosquito e engolem um camelo. Mateus 23:24
…sabemos que o ídolo não significa nada no mundo e que só existe um Deus. 1 Coríntios 8:4

Não dou muita importância para a expressão estar ou não nas notas e acho que nem mesmo os ateus são tão afetados por essa expressão (os religiosos em geral devem usar o termo Deus, de modo que poderiam interpretar como se referindo a fé deles também).
A expressão está na nota, mas não faz tanta diferença.É só ignorar.
Pior seriam alguns termos presentes no hino nacional(patria idolatrada e adorada) e até mesmo a obrigatoriedade em tratar os símbolos nacionais como se fossem sagrados.
O dinheiro você pode usar ignorando a frase, mas se você não reverencia os símbolos nacionais pode ser punido.
Somos obrigados a realizar certos rituais à “deusa pátria” e não lembro de ninguém ter reclamado publicamente disso até agora.
Não estou dizendo que deveríamos lutar contra essas coisas, apenas digo que tirar só o “Deus seja louvado” seria filtrar o mosquito e engolir um camelo.
Melhor deixar esses detalhes de lado e nos ocupar com coisas mais vitais.

Fala Malafaia acaba sem apelação

“Mesmo atingindo altos índices de audiência nas tardes de domingo na Band, o programa Fala Malafaia pode deixar de ser exibido a partir de novembro.

O altíssimo custo para mantê-lo no ar poderia comprometer o orçamento da Associação Vitória em Cristo, que tem como prioridades a pregação do evangelho, através do programa Vitória em Cristo, no Brasil e no exterior, e as obras sociais que estão transformando vidas.

Fonte:http://www.verdadegospel.com/apesar-do-sucesso-fala-malafaia-podera-sair-do-ar/”

 

Eu nunca assisti a nenhum episódio do Fala Malafaia, mas li sobre ele e ouvi falar que era um programa estilo “Papo de Graça” do pastor Caio Fábio de Araújo Filho.

 

Pelo que me falavam, parecia ser mais interessante que o Vitória em Cristo, além de contrariar abertamente alguns usos e costumes da Assembléia de Deus e de outras igrejas.

 

Independentemente disso, o programa acabou, supostamente por falta de dinheiro e não se fez nenhum pedido doidão de dinheiro para que se pudesse mantê-lo no ar.

 

Eu imagino que, fazendo sucesso ou não, o Silas não teve interesse em mantê-lo no ar, pois parece ter desistido muito fácil.

 

No vídeo contido no link da notícia, Silas diz que o programa acabaria, a menos que houvesse um milagre.Caso contrário, ele continuaria só com os outros programas, pois teriam prioridade e ele não ia querer manter algo que não teria dinheiro para pagar.

 

Gostei da declaração dele pois é de um realismo raro entre tele-evangelistas.Normalmente se chora, se mente e se faz de tudo para conseguir dinheiro para uma “causa”(isso quando a causa realmente precisa e não é só um meio de pedir dinheiro para algo fora da causa).

 

Ele não diz que o programa não tenha valor mas também não insiste, já que o dinheiro não dá.

 

A mesma lógica todo pregador pode aplicar.Se o dinheiro não dá para manter um templo, um programa de rádio ou de TV, então desista.Nada justifica mentir, inventando bênçãos especiais que Deus daria para quem der um certo valor que não pode dar.

 

Não se justifica falar do dízimo como algo obrigatório na graça apenas porque se precisa do dinheiro para manter as obras.Se naturalmente e sem mentiras o dinheiro não vem, desistamos, oras!

Dinheiro pode ajudar na divulgação do Evangelho, mas é possível pregar o Evangelho mesmo sem dinheiro algum.O alcance é menor, mas é melhor alcançar poucos com honestidade do que muitos usando mentiras.