“Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns.” (I Coríntios 9 : 22)
Tenho percebido que algumas pessoas,principalmente no meio evangélico, tem uma preocupação exagerada com como o rótulo que algo ou alguém carrega.
Há anos atrás, alguns debatiam sobre como seria a forma correta de se rotular um crente, se era “crente”, cristão ou “evangélico”.
Já a pouco tempo ouvi uma irmã dizer que achava o Caio Fábio estranho só porque usava nomes como “caminho”, “mentor” e “estação”(entre outros) e outra que não gostava dele por ele não gostar do nome “evangélico”.
Eu pessoalmente, de um tempo para cá, preferi me afastar de nomes devido a limitação e compromissos que eles acabam trazendo a quem os usa aos olhos dos outros.
De modo que se você diz que é “do Caminho”, alguns imaginam que então você deve ser de uma seita; se se diz evangélico acham que tem que manter o padrão imaginado por eles.
Creio que somos o que somos,independentemente de como nos chamamos ou outros nos chamam.
Hoje em dia eu me denomino, cristão, crente, protestante, evangélico, caminhante, testemunha de Jeová, testemunha de Jesus e etc.
Utilizo rótulos apenas para que me entendam e não necessariamente para mostrar quem eu sou nos mínimos detalhes,por isso se vou falar com alguém que só entende cristão como “evangélico”, não complicarei tentando usar um nome que ela não conheça e direi que sou evangélico; porém, se for falar com um testemunha de Jeová, também posso me dizer testemunha de Jeová (embora por alguns motivos eu prefira não fazer isso mais).
Nome é como roupa, apenas cobre o que você é na verdade.
Esse texto faz parte da blogagem coletiva proposta pela Blogosfera Cristã
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