A Editora Agir me deu um exemplar do livro Mais Feliz que Deus de Neale Donald Walsch e me pediu para dizer o que eu achava dele.
De início estranhei o título(creio que qualquer um estranharia) mas pensei que fosse apenas algo para chamar a atenção ou algum pensamento verdadeiro que seria bem explicado no decorrer do livro.
Me enganei, pois realmente o livro é estranho.
Quando digo estranho estou falando do ponto de vista do Evangelho, pois para quem se tornou adepto da lei da atração ou da confissão positiva pode ser que pareça normal.
O livro é de fácil leitura e tem boas dicas (que podem ser encontradas em vários outros livros melhores) mas a maioria do que ensina é ruim.
O livro fala da lei da atração com o diferencial de que o termo “Deus” aparece sempre(dando, de início, a impressão de que é uma abordagem mais cristã).
No entanto o Deus de quem Neale Donald Walsch fala não é uma pessoa mas uma energia, um poder que está em nós e por nós pode ser manipulado (não faz nada por si só).
Quando esse Deus fala com o homem é o homem falando de si para si.
Neale até cita alguns versos bíblicos isolados, mas seu ensinamento (pelo menos nesse livro) contradiz o Evangelho como um todo.
Não recomendo.
Se quiser conhecer um pouco do autor e ler um capítulo do livro, acesse: www.maisfelizquedeus.com.br
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