“Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.” (I João 1 : 10)
Estava lendo o post do Raphael sobre o dia mundial de combate a AIDS, onde ele fala que num país onde há não-cristãos não é sensato ir contra a distribuição facilitada de preservativo no país, já que eles vão transar mesmo e desprotegidos vão se dar mal.
Vou além, dizendo que mesmo o cristão pode acabar transando desprotegido e se dar muito mal.
Visto que segundo nos diz a Palavra todos pecamos e não havendo graus diferentes de pecado (com excessão da blasfêmia contra o Espírito) logo eu posso supor que o pecado do irmãozinho possa vir a ser a fornicação ou outro tipo de relação sem amor e compromisso.
Não estou dizendo aqui que isso seja correto e sim que sendo sempre presente a possibilidade do cristão cair em pecado (que pode ser sim o sexo), não devemos descartar a igreja o uso da camisinha
, pois dessa forma estaríamos condenando um pecador a uma destruição física de que, mesmo perdoado, não escaparia.
Portanto não vejo o porque de se proibir a camisinha, deve-se sim ensinar (e não impor) que o sexo sem amor e compromisso é ruim, mas não se deve retirar de suas mentes os recursos que um dia podem usar para evitar doenças (se vão usar para o mal, é entre eles e Deus).
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Muito boa a postagem, mas se alguém “crente fervoroso” ler isso discordará momentaneamente… vc está incitando a prática do sexo, esse é o argumento que pode ser usado e que na realidade até agora não encontrei sentido algum…
Muito bom!