A Bíblia exige o casamento civil?

marriage license

A Bíblia respeita e recomenda o casamento, mas nunca diz que Deus somente o considera válido se for oficializado em algum cartório.

Assim, pessoas que praticam o sexo antes do casamento civil, não estão necessariamente cometendo fornicação e nem outro tipo de pecado.

A lei de Moisés, que continha instruções tanto espirituais e simbólicas quanto de higiene e organização social, não ordenava que se fizesse algum tipo de certidão para comprovar que duas pessoas se casaram, embora houvesse uma certidão de divórcio:

“QUANDO um homem tomar uma mulher e se casar com ela, então será que, se não achar graça em seus olhos, por nela encontrar coisa indecente, far-lhe-á uma carta de repúdio, e lha dará na sua mão, e a despedirá da sua casa.”  (Deuteronômio 24 : 1)

A certidão de divórcio servia para proteger a mulher, para que ela pudesse ter a chance de se casar novamente assim como a certidão de casamento atual brasileira só serve para proteger as partes em caso de divórcio ou desarmonia.

Há quem tente provar biblicamente que devemos nos casar no civil baseado em passagens como essa:

“TODA a alma esteja sujeita às potestades superiores; porque não há potestade que não venha de Deus; e as potestades que há foram ordenadas por Deus.”  (Romanos 13 : 1)

“Admoesta-os a que se sujeitem aos principados e potestades, que lhes obedeçam, e estejam preparados para toda a boa obra;”  (Tito 3 : 1)

No entanto, isso só provaria biblicamente a necessidade de casamento civil se o governo ordenasse que todas as pessoas unidas devem obrigatoriamente oficializar sua situação, o que não é o caso no Brasil, por exemplo.

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Sobre Roberto Donizeti Soares

Moro em Catiguá, interior de São Paulo.Estudo Psicologia no Instituto de Ensino Superior de Catanduva (FAFICA) e trabalho em Catanduva, na SAEC.Simpatizo com o movimento Caminho da Graça do pastor Caio Fábio de Araújo Filho.Gosto de gibis, jogos e brinquedos.Li a Bíblia algumas vezes e continuo relendo e buscando um maior entendimento.
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124 Responses to A Bíblia exige o casamento civil?

  1. Valdir Lemos de Lima diz:
    Observe a o formato de uma aliança. Ela não tem início nem fim; esta aliança não representa o pacto do esposo com a esposa, não reprsenta o pacto da esposa com o esposo, pois, o pacto conjugal tem um fim, mas representa o próprio Deus. Entende… não é de um documento assinado, necessariamente, que os cônjuges precisam para o casamento, mas de Deus!
    Quando se fala de Deus temos que falar de fé e se falamos de fé temos que falar de obras, pois a fé sem obra é morta, a obra serve como base física para a fé pois estamos em uma dimensão física. Por exemplo: como cremos que estamos em um corpo igual ao de Cristo? Sim, nós temos certeza, isso é fé, mas junto com a nossa certeza praticamos uma obra, o batismo nas águas. Batismo significa imergir, mergulhar e etc. Quando mergulhamos nas águas que “estão na terra” estamos mergulhando no corpo de Jesus e sendo seputados junto com Ele e quando emergimos estamos ressucitando com Ele e portanto num corpo glorioso igual ao Dele. Veja, batismo é uma cerimônia, assim como a Ceia, o jejum, a leitura da Bíbla, a oração e etc. Leia: Tg 2:26;Cl 2:10-12 para confirmar o que estou argumentando. As obras servem como base complemental para a nossa perseverança na fé. Então amado Roberto concordo com você de que um documento civil é exclusivamente de interesse humano ou governamental, mas para o póprio bem do casal é necessário uma cerimônia, a cerimônia do casamento, a qual recomendo que seja realizada com a presença de um “sacerdote” da parte de Deus, pois a realização verdadeira de um casamento se faz diante da presença do Autor do Casamento, Deus. Antes do pecado do ser humano Deus realizou o casamento, era serviço Dele, após o pecado, Ele instituiu homens para O representar como patriarcas, sacerdotes, profetas e etc, etc. Um abraço irmão Roberto e continue firme na fé!
  2. josé d.c. diz:
    È, interessante quando lemos geneses cap;24.O
    que lemos, e´que Abraão chamou seu servo, e fez com ele um um voto de obediência naquilo que
    Abraão lhe estava icumbindo.que fosse buscar um mulher para seu filho isaqui;e seguindo a leitura
    vamos ver que conforme o patriarca ordenara que fisesse, assim o seu servo fez.E em tudo que se
    procedeu, podemos ver que Deus estava presente,
    fazendo com que tudo se cumprisse, tudo conforme foi dito.E me chama atenção o titulo da leitura que diz;Rebeca consente casar com Isaqui.Não vemos nenhuma mensão de cerimônia
    publica,nenhuma festança para convidados,nem os parentes de Rebeca lhe acompanhou para o encontro com aquele, que seria a sua nova familia, a não ser a môça que lhe servia na casa de seus pais.E o termo CASAR..Já foi pronunciado naquele
    evento.Mais há sempre alguem que quer inventar alguma coisa,a mais;eu acho muito engraçado.
  3. josé d.c. diz:
    CONGREGADOS; Congregados foi, ou é uma colocação, que o sistema denominacional,inventou
    para aqueles que as vistas dos homens estão com
    a ficha suja perante Deus.Por estarem coabitando
    juntos,sem o registro dessa união.Para aqueles que tem se apropriado da palavra de Deus,não importa se os individuos cometeram seus erros no
    tempo da ignorância,que ainda não conheciam a
    Jesus.Deixando a sua mulher e se ajuntando com
    outra,ou vice e versa,nem consideram que em muitos casos nem tem concerto.A mulher abadonada também arrumou outro companheiro,
    constituiu com ele, outra familia,e não tem como desfazer tudo,para que volte ao primeiro estado,
    e fiquem como os homens, acham que tem de ser.
    Mais conheço pessoas também,que ambos eram
    solteiros,ambos não tinham nenhum problema
    com outros relacionamentos no passado,mas não poderiam se batizar enquanto não se casasse em
    cartório.E estavam na igreja apenas como congregados;não podiam se batizar,não podiam tomar ceia,e nem ter comunhão plena com a igreja,por lhes faltar a certidão de casamento.Dai
    podemos concluir que há muitas pregações vãs,
    pois pregam aquilo que não creem;vejam só a
    contradição,não podem se batizar porque estão no pecado,mas pergunto eu;o batismo não é para perdão dos pecados? segundo atos;2,38? Afinal,
    onde está o poder salvivico?È no sangue de Jesus ,ou na assinatura de um juiz?O Senhor Jesus
    veio para os santos. sem poblemas,ou veio para o
    pecador poblematico?Diz a palavra, que o sangue de Jesus nos purifica de todo pecado.Logo se eu impesso alguém que tem crido de se batizar, estou tornando estes textos uma mentira e impedindo alguém de entrar no reino de Deus.
    Pode o ministro que está ministrando a celebração
    da ceia impedir alguém de tomar a mesma? Eu
    penso que a sua responsabilidade,é de ler o texto,e explicar,e deixar que cada um examine a
    si mesmo como está escrito, e não ele vetar.Pois assim é ele que está examinando o alheio.O engraçado é que as pessoas não podem compartilhar nada disso que citei.Mais podem dar o dizimo ,e ofertas como os demais irmãos
  4. Francisco de Assis diz:
    Eu lhe pergunto, hoje em dia existe Carta de divórcio sem casamento? claro que não. só se divorcia quem se casa. Creio que o casamento é obrigatório sim, se não vira palhaçada. imagine quantos pessoas entrariam e saíriam de um casamento? as pessoas não levariam a sério, não valorizariam o pacto. e nós seres humanos só damos muita importância a aquilo que tem um simbolismo grande em nossas vidas e que represente muito. E a biblia nos instrui a obedecer as leis dos homens e as de Deus. Eu lhe pergunto? é certo o casamento civil ou errado? aí você pode me responder: não é errado, mais também não é obrigatório, aí eu encerro com uma pergunta: então porque colocar em dúvida muitas mentes que procuram fazer o correto e agradar a Deus? se não tem mal algum em casar-se no civil não vamos querer provar o contrário já que não temos base biblíca o suficiente que sustente esta tese. Abraço a todos, fica na paz Roberto.
    • josé d.c. diz:
      Meu amigo; falar em termos de hoje em dia,do momento em que passamos a entender certas coisas da vida, ou deste mundo, como elas acontecem,e porque acontecem,e como funciona.Não é o mesmo que ter uma ideia,fazer uma presunção do que era em um tempo que se quer, eramos nascidos.Eu penso que nem mesmo os grandes históriadores,que vão fundo em suas pesquisas,tem uma afirmativa concreta,de como seria os tais eventos no passado.São
      gerações , mais gerações,até chegar a geração em que se deu o advento do Senhor Jesus,que eu acredito ainda ser a geração que
      fazemos parte.Por isso eu penso que mesmo relatos veridicos,se perderiam no tempo,e mesmo que ultrapassassem a barreira dos
      séculos,chegaria até nós hoje em dia, completamente deturpado.Vou te dar um exemplo simples;não sei que idade tem.Mais se tem mais de trinta, faça uma comparação,da mortadela de trinta, trinta e cinco anos atraz, com a de hoje.Outro equivóco,é dizer que é obrigatório;
      existe circunstãncias que pode ser especificas diante desse termo.O
      casamento não foi instituido principalmente por Deus, para se tornar uma palhaçada;muitos levam a sério,maismuitos por falta do conhecimento,e temor de Deus,tornam sim ,em palhaçada.Faszem juras de amor eterno,toda formalidade de palavras,por sinal bonitas,
      diante da autoridade,não só eclesiastica,como também civil, testemunhas e convidados.Aquela cerimônia bonita,festa comes e bebes,dai a pouco o fogo da paixão se apaga,e lá vem separação,
      com carta de divórcio ou não.Outro équeivoco,é afirmar que a lei dos homens obriga alguém a se casar; o Estado faz a formalidade do evento se formos a ele com esse intuito.Se não, o Estado não sai
      a procura de quem vivi maritalmente unidos,para obriga-los a registrar a união.Não multa,e nem indicia criminalmente nenhum casal por não ter se apresentado para formalizar o casamento.È
      diferente de você sonegar impostos,burlar o fisco,e outros tributos imperativos na lei;seja Federal,Estadual ,ou municipal. Se não pagar-mos seremos acinados judicialmente;por isso não devemos ser tão
      taxativo naquilo que julgamos ser a verdade, quando não se tem um
      amparo bíblico determinante em que todos possam entender da mesma forma.E para finalizar quero dizer,que até onde sei ,o Estado
      não veio vendendo registro de casamento,nem em nome de Deus,e nem por causa dele. A paz do Senhor Jesus Cristo,para todos.
    • Márcio Cesar diz:
      Trilhões de pessoas para levarmos o evangelho, inclusive utilizando esta poderosa ferramenta que é a internet, e pessoas tratando de um assunto que de nada edifica… Uma pena.
      Muito boa sua colocação Roberto. Você foi claro e preciso em suas declarações. Parabéns!
      • Valdeci Azevedo diz:
        Na igreja em que congrego, veio um casal amigado, com filho e chegando a igreja os hipocritas falaram que eles não estavam casados e ai o que aconteceu. O rapaz largou a moça, e arrumou outra, ela ficou revoltada com a igreja e por ser nova na fé saiu para o mundo. Uma pergunta faço, se ela for para o inferno quem será o responsavel? Pois a igreja precisa evangelizar o mundo mais com suas doutrinas de homens parece esta mandando pessoas para o inferno?
  5. Jean de Paula F. Costa diz:
    Em relação a certidão de casamento civil com certeza havia na epoca, pois o vers abaixo fala de “lei do marido”, quando se fala de lei nesse versículo esta falando de papel (contrato civil) e nao religioso (Cerimonial).Então com certeza havia na lei de moises o contrato civil(casamento).

    ROMANOS 07:2 Porque a mulher casada está ligada pela lei a seu marido enquanto ele viver; mas, se ele morrer, ela está livre da lei do marido.

    Tradução: “Porque a mulher casada está ligada pelo contrato civil(lei) a seu marido enquanto ele viver; mas, se ele morrer, ela está livre da lei do contrato.(lei do marido).

    Entao nos deixa claro que as pessoas só sao consideradas casadas de o for tambem perante a “lei do marido”(contrato civil). Tudo que ligares na terra sera ligado no céu.(Mat 16:19)

    Outra coisa é o fazer sexo antes do casamento civil. Bom se nao sao casados perante contrato civil(lei do marido), entao nao sao conciderados casados e se nao sao casados nao podem fazer sexo por q no caso seria prostituição(impureza) ou pecado, pois nao seriam os dois uma so carne pois nao sao casados. E se nao sao casados nao sao proprietarios um do corpo do outro.

    “A mulher não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o marido; e também da mesma sorte o marido não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim a mulher”.( I CORINT 7:4)

    Sexo fora do casamento é prostituição e peca contra seu proprio corpo.

    I CORINT6:18
    Fugi da prostituição. Qualquer outro pecado que o homem comete, é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo.

    Vc nao pode quebrar seu contrato social sem motivo justo, honre- o.

    HEB 13:4
    Honrado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; pois aos devassos e adúlteros, Deus os julgará.

    Reflita. Abç e fica na Paz.

  6. Davi diz:
    “Recomendando-nos a toda consciência humana à vista de Deus.” — 2 Cor. 4:2.
    A FIM de que o povo congregado de Deus permaneça no Seu favor, é vital que o casamento seja mantido honroso entre eles. (Heb. 13:4) Cada cristão casado, individualmente, deve mostrar séria preocupação com que seu casamento seja honroso à vista tanto de Deus como dos homens. Neste respeito, surgem as perguntas: Até que ponto entram neste quadro as autoridades humanas, inclusive os governos políticos e as autoridades civis? Depende a validez do casamento inteiramente do seu reconhecimento pelas autoridades civis e decide a validação por estas a maneira em que o Autor do casamento encara esta união?
    o casamento entre o povo dos tempos das Escrituras Hebraicas era no começo um assunto familiar ou tribal. Quando se formou a nação de Israel, Deus deu-lhe sua lei, a qual continha numerosas provisões a respeito do casamento, inclusive proibições das relações incestuosas, regulamentos a respeito dos deveres maritais e provisões similares. (Levítico, caps. 18 e 20) Todavia, não se exigia que se obtivesse um documento ou uma licença do sacerdócio, a fim de que o par se pudesse casar, nem que houvesse um representante sacerdotal presente no casamento, para validá-lo. Isto tampouco se dava com respeito a representantes do governo israelita. Em vez disso, enquanto se aderia à lei de Deus, o casamento era aceito como válido e honroso dentro da respectiva comunidade onde os casados moravam.
    No decorrer do tempo, a nação de Israel caiu sob o domínio de potências estrangeiras: Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma. Até que ponto afetou isso os arranjos matrimoniais entre os israelitas? Pela informação que a história provê, parece que continuavam em grande parte como antes, o que era permitido pelas nações que os dominavam. Embora fossem um povo em sujeição, parece que questões ou mesmo disputas, tais como as envolvendo ações de divórcio, eram tratadas principalmente pelos anciãos judeus e suas cortes judiciais. Obviamente, porém, se um israelita levasse um caso matrimonial aos tribunais da nação dominante, podia esperar que estes julgassem o caso à base de suas próprias leis referentes ao matrimônio.
    Pensa-se que em tempos bíblicos posteriores, os casamentos passaram a ser registrados, embora não pareça haver evidência clara disso. De qualquer modo, parece que qualquer registro de casamento vinha ao caso apenas depois de o casamento ter sido realizado. O governo civil agia assim como guardião de registros do fato do casamento, em vez de ser juiz da moralidade do casamento.
    Qual era a situação nos primeiros séculos da congregação cristã? Assim como em Israel, parece que continuou em grande parte como assunto familiar. E do mesmo modo como no Éden e entre os israelitas (e, de fato, na maior parte dos povos daquele tempo), não se exigia que alguma autoridade religiosa ou civil licenciasse o casamento ou estivesse presente, para torná-lo válido e honroso. Parece que as autoridades civis não se interessavam no casamento ou nas relações matrimoniais até quando uma ou ambas as partes se apresentavam para uma solução legal de problemas ou disputas. Nesta ocasião, ou reconheciam ou negavam a validez do casamento, dependendo de sua conformidade com as leis delas. (A lei romana, por exemplo, não reconhecia casamentos entre irmãos e irmãs.)
    A conformidade com a lei de Deus, porém, era necessária, se o casamento havia de ser encarado como honroso dentro da congregação cristã. Assim, quando o apóstolo Paulo soube da congregação coríntia que ‘certo homem tinha por esposa a de seu pai’, ele não hesitou em condenar isso como “fornicação”. Mostrou também que a congregação devia preocupar-se com as normas da comunidade em que vivia, pois indicou que “nem . . . entre as nações” se fazia algo assim. — 1 Cor. 5:1, 2.
    A congregação cristã considerava-se como ‘associação de irmãos’, constituída dos membros da “família de Deus”, sendo que o termo “família” tem aqui o sentido de conjunto familiar, conforme indica a comparação de textos tais como Mateus 10:12, 35, 36; Atos 16:30-34; 1 Timóteo 3:4, 5; 5:4, 8. De modo que a congregação, como família, se interessaria corretamente nas núpcias contraídas pelos seus membros.
    Comentando o ponto de vista dos primitivos cristãos, a Enciclopédia de Religião e Ética (Vol. VIII, página 435, em inglês), de Hastings, declara: “O casamento é, em primeiro lugar, um assunto de família. No período mais antigo, a congregação cristã considerava-se como família espiritual, e a vida e as preocupações de cada membro da congregação eram de interesse íntimo para o corpo inteiro. . . . O testemunho dos Pais [da Igreja], a partir de meados do 3.° século, mostra que aquilo que descreveríamos agora como casamentos civis não era desconhecido, talvez não fossem incomuns, mas, ao mesmo tempo, eram fortemente desencorajados pela Igreja.”
    Portanto, a evidência disponível nas Escrituras e na história indica que, nos tempos primitivos, o casamento civil ou a validação civil do casamento não desempenhava um papel muito destacado. Não parece ter sido uma grande questão, no que se referia à honradez do casamento, do ponto de vista cristão. Pelo visto, a honradez do casamento dependia mais diretamente de sua aceitação pela congregação cristã, quanto à sua conformidade às normas divinas, dando-se também consideração às atitudes e às normas do povo na comunidade em que os cristãos viviam. Os cristãos, iguais ao apóstolo Paulo, procuravam ‘encomendar-se a toda consciência humana à vista de Deus’ e evitar ‘tornar-se causas de tropeço para judeus, bem como para gregos e para a congregação de Deus’, fazendo “todas as coisas para a glória de Deus”. — 2 Cor. 4:2; 1 Cor. 10:31, 32.
    Entretanto, é um fato que, em tempos mais recentes e em muitas partes da terra, a relação das autoridades civis com o casamento e a sua validação tem assumido maior destaque. Os cristãos, corretamente, precisam tomar em conta este fato, ao procurarem manter seu matrimônio “honroso entre todos”. (Heb. 13:4) Ponderando o assunto, é de valor considerar como surgiu esta atitude mudada. A Enciclopédia de Religião e Ética (página 437) diz: “Do ângulo civil, o casamento é considerado como contrato legal, que precisa ser regulado para fins práticos pelo Estado. Do ponto de vista cristão, o casamento é uma condição santa, cuja regulamentação a Igreja pode reivindicar, nos mais elevados interesses da religião e da moralidade. A experiência tem mostrado que sempre precisa haver a possibilidade dum conflito entre as duas jurisdições, e que, por conseguinte, muitas vezes, na prática podem surgir dificuldades. . . . É no período moderno, desde a Reforma [protestante], que vem a destacar-se a questão das duas jurisdições e das devidas relações entre ambas. . . . ”
    Por isso, parece que a validação do casamento por autoridades civis tem-se tornado uma questão mais nos tempos modernos, do que aconteceu em qualquer tempo passado da história. Pelo menos nos países fortemente protestantes, manifestou-se cada vez mais a tendência de encarar a validez do casamento (e, conseqüentemente do divórcio) como baseada quase que inteiramente na decisão das autoridades civis. O papel da congregação com respeito à validez do casamento (e do divórcio), por conseguinte, esvaneceu-se aos olhos de muitos.
    Confrontado com tais circunstâncias, o que deve fazer o cristão? Certamente não pode desconsiderar o existente estado de coisas, se desejar que seu matrimônio seja honroso “entre todos”. Não pode ‘fazer o tempo voltar atrás’, aos dias em que as autoridades civis não eram encaradas como fator importante na validação do casamento. No entanto, surgem as perguntas: Deve-se encarar a decisão das autoridades civis como absolutas na determinação de se o casamento é válido — quer no seu começo, quer quando talvez acabe em divórcio? Até que ponto é Deus afetado pela decisão delas?
    Na realidade, será que as autoridades civis têm a última palavra quanto a se Deus aceita ou rejeita a validez dum casamento (ou dum divórcio)? Podemos ver que, se isto fosse assim, poderia haver consideráveis incoerências quanto ao que se requer para obter a bênção de Deus sobre o casamento. Por quê? Porque os conceitos das autoridades civis divergem grandemente, de lugar em lugar, muitas vezes estando inteiramente em conflito uns com os outros, e, o que é mais importante, às vezes contradizendo as normas contidas na Bíblia.
    Em alguns países, por exemplo, a poligamia é aprovada legalmente e cada esposa dum polígamo é considerada como legal e como estando na mesma situação de qualquer outra de suas esposas. No entanto, Cristo Jesus e o inspirado apóstolo Paulo mostraram que a norma de Deus é que o homem tenha apenas uma só esposa. — Mat. 19:4, 5; 1 Cor. 7:2; 1 Tim. 3:2.
    Também, alguns países permitem que alguém se divorcie de seu cônjuge por uma série de motivos, às vezes pelas mínimas razões. Outros, em contraste, não reconhecem o direito da pessoa, de se divorciar de seu cônjuge, mesmo por motivo de infidelidade sexual, ficando assim livre para se casar de novo. A Bíblia, por outro lado, diz que há apenas um motivo válido para o divórcio, a saber, a fornicação, e ela mostra que aqueles que se divorciam por tal razão ficam livres para se casarem de novo. (Mat. 5:32; 19:3-9) Assim, em alguns casos, o que o Estado aprova, Deus desaprova, e em outros, o que o Estado não permite, Deus permite.
    A evidência, pois, indica o fato de que a posição do Estado civil, em determinar a validez do casamento (ou do divórcio), é apenas relativa, ao passo que a de Deus é absoluta. Para se obter um conceito equilibrado sobre a autoridade relativa do Estado (chamado de “César” na Bíblia) neste assunto, é de proveito considerar exatamente qual o interesse que os governos civis têm no campo do casamento, o que os preocupa em especial e em que sentido o cristão pode passar a ter obrigação para com eles, neste campo.
    Preocupam-se os governos civis principalmente com questões morais e religiosas, referentes ao casamento, ou relaciona-se sua preocupação principalmente com outro aspecto? Podemos lembrar-nos de que a já mencionada enciclopédia declarou que, do ângulo civil, “o casamento é considerado como contrato legal, que precisa ser regulado para fins práticos pelo Estado”. Isto é corroborado pela história da legislação governamental com respeito ao casamento e ao divórcio. Esta história mostra que a preocupação dos governos civis é motivada pelo seu envolvimento em assuntos tais como herança e direitos de propriedade, em especial quando a dissolução do “contrato” matrimonial (pelo divórcio ou pela morte) suscita questões quanto a estes direitos. Confirmando que isto se dá também hoje, a Encyclopœdia Britannica (Macropædia, 1976, Vol. 7, páginas 166, 167) diz:
    “A lei . . . preocupa-se principalmente com os direitos e os deveres de marido e mulher, e de progenitor e filho, em especial na questão do sustento financeiro.” “Na maioria dos países, hoje, . . . a documentação legal do casamento é principalmente um registro do evento. Portanto, de forma básica, em sentido legal, o casamento é a criação implícita de certos direitos ou obrigações, tais como o sustento, os bens comuns e os direitos de sucessão, e a custódia de filhos menores, legítimos.”
    “César” (o estado político), portanto, tem-se preocupado com o casamento principalmente porque tais questões legais foram levadas aos seus tribunais para uma solução judicial, não por causa da preocupação com os aspectos religiosos ou morais do casamento. Mostra-se também preocupado com a prevenção da difusão de doenças, em especial de doenças venéreas, e dos efeitos genéticos, enfraquecedores (tais como entre os filhos nascidos a parentes consangüíneos, chegados), o que novamente é para “fins práticos”. Este é o motivo pelo qual encontramos que até mesmo governos anti-religiosos e ateus têm requisitos legais para conceder o reconhecimento válido ao casamento.
    Que dizer, então, das instruções de Jesus, de ‘pagar de volta a César as coisas de César’? Será que a congregação cristã, procurando ser obediente a este mandamento, precisa aceitar o conceito de César sobre a união matrimonial ou sobre o divórcio como fator derradeiro, decisivo e obrigatório, quanto à sua validez ou moralidade? — Mat. 22:21.
    Primeiro, é preciso notar que a questão que deu margem às palavras de Jesus referia-se à tributação. César provê muitos serviços e merece ser ‘pago de volta’ por eles. (Mat. 22:17-21) César, porém, não é a fonte do direito de se casar. Este, na realidade, procede de Deus, o Originador do casamento. (Gên. 1:27, 28; 2:18, 22-24; 9:1; veja 1 Timóteo 4:1-3.) Portanto, a posição de César, neste campo, não é dum árbitro final quanto ao que é moralmente certo ou errado no casamento (ou no divórcio). O que César pode prover é o reconhecimento legal e a proteção acompanhante dos direitos conjugais nos seus sistemas judiciários. O cristão que quer que seu matrimônio seja “honroso entre todos” deseja legitimamente tais provisões, para proteger os direitos e os interesses de sua família. Para obter tal reconhecimento e tais direitos, deve corretamente ‘pagar de volta a César’ por estes, acatando os regulamentos de César para recebê-los. Isto pode incluir coisas tais como o pagamento de taxas, sujeitar-se a certos exames médicos, ou a requisitos similares.
    Tal retribuição a César, pelas vantagens de seu reconhecimento legal, não significa, porém, que o cristão perde de vista o fato de que a autoridade de César, no casamento, é apenas relativa. Deus não é confinado pelas decisões de César, e pode desaprovar o que César aprova, ou aceitar o que César rejeita. O cristão deve corretamente dar consideração conscienciosa às provisões de casamento e divórcio de César, mas sempre dará a maior consideração à Autoridade Suprema, Deus. (Atos 4:19; Rom. 13:1, 5)
    Portanto, o cristão reconhece que, embora as determinações de César, em si mesmas, não são o que finalmente decide a validez de seu casamento aos olhos de Deus, isto de modo algum o isenta da injunção bíblica: “O matrimônio seja honroso entre todos.” (Heb. 13:4) Ele tem a obrigação de fazer conscienciosamente tudo ao seu alcance, para ver que seu casamento receba tal honra de todos. É verdade que em muitos países, onde predomina certa raça ou certa religião, o casamento com alguém que não é da raça ou da religião predominante talvez nunca seja encarado com aprovação pelo povo. Não obstante, o cristão deve procurar o reconhecimento legal que lhe é possível, a fim de evitar expor seu casamento a uma crítica adversa ou ao seu rebaixamento na estima dos outros. (2 Cor. 6:3; 1 Ped. 2:12, 15, 16; 3:16) Ele quer que seu casamento dê honra ao Autor do casamento.
    Deve-se esperar corretamente de todos aqueles que se querem tornar membros da congregação cristã, e que não possuem reconhecimento legal de sua união matrimonial, que façam todo o possível para obter tal reconhecimento e registro de seu casamento. Isto servirá para eliminar quaisquer possíveis dúvidas sobre a honradez de sua união, aos olhos do povo em geral.
    De um país para outro, a legislação sobre o casamento e o divórcio apresenta uma multidão de ângulos e aspectos diferentes. Em vez de ficar enlaçado numa confusão de tecnicidades, o cristão, ou alguém que deseja tornar-se discípulo do Filho de Deus, pode-se orientar pelos princípios bíblicos, básicos, que se aplicam em todos os casos.
    deve fazer todo o possível para confirmar a honradez da união matrimonial aos olhos de todos. (Heb. 13:4) Alguém que procura ser batizado talvez seja quem, no passado, se separou dum cônjuge legítimo, e, sem ter obtido um divórcio, entrou numa relação matrimonial com outra pessoa. Já pode ter passado bastante tempo, e talvez haja filhos. Portanto, quando esta pessoa aprende a verdade, não se pode razoavelmente esperar que volte ao seu primeiro cônjuge e assim tente remodelar sua vida segundo a sua situação anterior. Mas agora, ao ‘desistir dos pecados’, precisa decidir levar doravante a sua vida segundo a vontade de Deus. — 1 Ped. 4:1-3; veja 1 Coríntios 7:17-24.
    Que fazer então? Se o divórcio for possível, então se deve tomar esta medida, para que, depois de obtido o divórcio (por quaisquer motivos legais disponíveis), a atual união possa receber validação civil como casamento reconhecido. O mesmo se aplicaria no caso de alguém que se tornou culpado de bigamia antes de aprender a verdade. Ele deve tomar as medidas necessárias para resolver legalmente o assunto (por anulação e/ou divórcio), para que possa então ser reconhecido como cônjuge legítimo de apenas uma pessoa.
    Um fato digno de nota é que, em muitas comunidades, e até mesmo em países inteiros, as próprias pessoas dão pouca importância aos fatores legais envolvidos no casamento e são muito mais afetadas por aquilo que realmente vêem, em evidência duma união matrimonial fiel. Não obstante, mesmo ali o cristão deve sinceramente esforçar-se a tomar todas as medidas disponíveis, ou que lhe são acessíveis, para confirmar a honradez de sua união, além de qualquer dúvida.
    Lembrando-se dos princípios básicos apresentados, o cristão deve ser capaz de encarar o assunto de maneira equilibrada, nem subestimando, nem superestimando a validação oferecida pelo estado político. Ele (ou ela) deve sempre ter como preocupação primária o conceito que Deus forma da união. Junto com isso, deve-se fazer todo o empenho para dar um bom exemplo de fidelidade e devoção ao cônjuge, mantendo assim o matrimônio “honroso entre todos”. Tal proceder trará a bênção de Deus e resultará em honra e louvor para o Autor do casamento — 1 Cor. 10:31-33.
    Na lei romana, a “única condição necessária para o casamento” era “o consentimento das partes” sem se exigir licença preliminar, cerimônia ou outra validação. (The New Schaff-Herzog Religious Encyclopedia, Vol. VII, pp. 198, 199) Portanto, quando um homem propunha casamento a uma mulher e ela consentia, era só isto o que se exigia legalmente para tornar o casamento vigente.
    Conforme mostram obras de referência, a Igreja Católica Romana, por fim, reivindicou para si o direito exclusivo de legislar a respeito do casamento, estabelecendo seus próprios regulamentos e restrições, e afirmando que as autoridades civis precisavam ser regidas por eles. Os reformadores protestantes foram em grande parte na outra direção, e colocaram o casamento quase que inteiramente nas mãos das autoridades civis. Na Inglaterra, na Escócia e na Irlanda, a cerimônia civil foi introduzida em 1653 a fim de livrar a Igreja dos assuntos seculares. Uma lei francesa de 1792 tornou a cerimônia civil obrigatória para todos os cidadãos baseando-se no princípio de que “o cidadão pertence ao Estado, sem consideração de religião”. (The New Schaff-Herzog Religious Encyclopedia, Vol. VII, pp. 199, 200)
  7. Davi diz:
    Fiz este estudo consciencioso de fatos históricos sobre a origem do casamento civil e tentei ver a harmonia com princípios bíblicos.É algo que,creio eu,vai alem do básico.Alguns pedem como que um ‘sinal’,uma lei direta,um texto explícito que lhes aponte o caminho,outros radicalizam dizendo que ‘existia o registro’ como se o seu fervor religioso fosse produzir os fatos inexistentes que afirmam existir,e fazem isso com tanta convicção! já disse em outros posts que a bíblia está muito atrelada à história e vice-versa,supondo,desse modo, que ambas devem coexistir em harmonia.O estudo maduro das escrituras deve trazer o equilíbrio ao cristão sincero e faze-lo adiquirir a razoabilidade que atrai o pecador que se vê desesperançado e perdido e ao mesmo tempo ajuda-lo a estar à altura das elevadas normas de moral da bíblia,disponibilizo um bom tempo junto com um sincero esforço para assegurar que pelo menos alguns possam ser orientados por estudar.É de coração,fiquem com Deus!
  8. Irmão Valdir Lemos de Lima, você acha que se faz necessário apenas a cerimônia religiosa ou o casamento Civil também é importante?
  9. josé d.c. diz:
    Uma das coisas que eu gosto de observar ,é a clareza de Deus ,em tudo que ele estabelece,como
    regra moral ,e espiritual.Quando se trata dos seus mistérios,são mistérios,e ele só revela a quem quer vevelar.Quando algo é para entendimento geral,assim se faz.Houve um momento que os cientistas,resolveram dar por conta de uma explosão,de um tal de Big Ban, o advento do universo;mas com o decorrer dos seculos, anos sei lá,talvez por causa da resistência,obvia as suas teórias,eis o que ouvi, há algum tempo atraz,em pleno jornal nascional.O jornalista noticiou dentro do seu estilo abitual;Os cientistas,Estão Estudando
    Para Descobrir Como Surgiu O Universo.Eu pensei;
    ué,não disseram que foi o big ban?Nem eles mesmos estão acreditando na estoria que inventaram.E assim caminha o mundo ,com suas
    contradições, e devaneios, o ser humano demonstra uma profunda insatisfação,até mesmo com aquilo que Deus criou,e como criou.Muitos
    parescem querer concertar algumas coisas que Deus fez,e não é diferente,em relação aos escritos da bíblia.Muitos diz, que a bíblia diz aquilo, que ela não diz..Deus no seu proposito de salvar o homem, de conduzi-lo no caminho da vida, fala de maneira bem clara,sobre todos os aspectos.Não deixando nada para o homem supor..
    presumir,ou se alto vevelar.Há muitos relatos ,que por muito que se forra numa tabela,numa lista infindavél de capitulos e versiculos bíblicos;este relato é capaz de fazer com que as pessoas menos
    avidas do espirito,pense quew a morte do Senhor Jersus,o sangue derramado,o calvário, não é,não foi,e não será suficiente para salvar o pecador.Com todo amor,e sabedoria de Deus ,
    todo sacrificio,não é valido se não tiver um resolução do homem,com seus papéis, seus
    carimbos e seus brasões.Quando penso em salvação, eu me lembro de Jesus.Quando penso no pecado,eu me lembro dele.quando penso no peredão,eu me lembro dele.Quando penso no juizo,eu me lembro dele.Quando eu me sinto injustiçado por muitas leis injustas que enfiam guéla baixo da sociedade,que eu como ser social também sou atingido.Eu me lembro dele.Pois Deus fala sobre todas essas coisas,de forma bém clara ,atravéz da sua palavra.E não de forma enigmatica,de forma que só alguns previlegiados possa entender.
  10. Davi diz:
    Fico feliz de que alguns homens de mente nobre dedicaram seu tempo e recursos para desvendar “os mistérios de Deus”,como o livro de apocalipse por exemplo.E mesmo que porventura deixassem a desejar em alguns aspectos,do MEU ponto de vista,jamais teria o direito de minimizar a sua busca por causa de minha preguiça mental.Por isso,quando discordo de algo procuro e percorro a palavra de Deus em busca do que mais se aproxima dela.Não há um livro tão cheio de enigmas como a bíblia,mesmo a graça de Deus teve de esperar o tempo de se revelar em cristo e até mesmo isto foi necessário que homens tementes pesquisassem a fundo para nos fazer entender plenamente para que hoje eu possa dizer “estava na minha cara”.
  11. josé d.c. diz:
    Graças te dou, ó pai,Senhor do céu e da terra,que
    ocultaste estas coisas aos sábios , e entendidos, e as revelaste aos pequeninos.Sim pai, porque assim te aprouve. Maravilha; quando o Senhor
    Jesus veio a chamar um homem letrado para o
    apóstolado,o evangelho já estava consumado ´e sendo anunciado por homens que segundo a palavra eram indoutos,e quantas maravilhas Deus
    operava atrvés daqueles homens.Hoje temos doutores em teológia,bacharéis em teológia, é
    teológo,por todo lado.Mas digo maravilha também,
    a literatura,a cultura traz um bém principalmente
    pessoal,traz status,inclusive até incha. Mas é só isso;o Espirito Santo a verdadeira fonte de sabedoria,não encontra lugar no coração dos tais.
    Já está cheio de arrogância, pré potência,e soberba.Quem sabe não se enquadra no texto em
    que o Senhor Jesus adverte; que um cego, guiando
    outro cego, caiem os dois no buraco. È só ver a
    a face desse cristianismo que hora se manifesta no
    mundo,é só a graça de Deus mesmo.
  12. Davi diz:
    Homens indoutos e comuns que se tornaram sábios pelo conhecimento revelado por Deus.Não perdiam tempo estudando a natureza dos animais se masturbando porque não tinham preguiça mental.Quem é arrogante é quem não perde tempo pesquisando a palavra de coração porque se acha abençoado demais e se torna invejoso, por isto,em vez de debater argumentos ataca o homem ,ora,até um só por se denominar anônimo tu julgaste.estás achando que escrevi algo para ti,ou te impressionar? falei algo a teu respeito que te desse o direito de me chamar de arrogante,aliás,é só o que vejo vc fazer neste post atacar pessoas! quem te dá tal direito quando não te diriji a palavra ? Sabe o Clênio,aquele que escreve coisas difíceis de entender? que pra vc talvez seja mais um desses arrogantes e prepotentes? pois é,com todo o estudo que ele faz é mais humilde do que vc que se coloca numa posição inferior que nimguem te coloca a não ser vc mesmo. Estou,como muitos aqui estão,tentando conferir algo de bom para pessoas como vc que se acha indouto e pequenino e faço sem um mínimo de orgulho,pois,já me orgulho de minha profissão.Procure ver algo de bom nas pessoas,meu amigo,fale menos dos outros e mais de seus argumentos pois eram assim que os pequeninos de Jesus domoliam raciocínos e quaisquer outra coisa altiva contra o conhecimento de Deus.Que proveito estou tendo ou transmitindo a outros por dizer o que te estou dizendo aqui e o que vc vem me dizendo? apenas perdendo tempo precioso! Eu escrevo algo proveitoso e sou cego! quem concorda comigo é cego e pelo seu desejo vamos pro buraco! mas,vc é o sábio,vc é um daqueles que Deus se revelou e te revela, qualquer um que tiver um pouco mais de saber está decretado por ti ao fracasso espiritual .tenho pena daqueles que estudam pois não tem direito à glória de Deus ! não,quem gosta de estudar a palavra está inchado de orgulho,tem que ser burro! quem discorda do que vc diz é cego e soberbo porque a ti foi revelado que é assim! Quem é anônimo é um cristão estranho etc…; e vc ainda diz “é só a graça de Deus mesmo”.! amigo,a graça de Deus é sua! eu é que preciso da graça dele para aprender a lidar contigo!
  13. josé d.c. diz:
    Hô,GLORIA,ontem eu era ignorante ,hoje sou sábio.
    Mais que cristão nervoso;só expus as verdades da palavra, doeu tanto assim? È engrado,
    despertei o seu sorriso ao falar da
    masturbação dos animais;num sintoma claro de
    deboche.Pedindo pra eu mostrar como é que o cavalo masturba.Bastou o Roberto dizer ,que achou legal,eu mencionar a masturbação dos animais..E que lhe parecia já ter lido algo a respeito.Para a hipócrisia aparecer.Eu sorri mais agora o Roberto esclareceu;esclreceu o que? Ele apenas disse que lhe parecia ter lido algo a respeito..Em nenhum momento ,eu desdenhei,ou menospresei a cultura, o saber, e o conhecimento..
    Eu não sou maluco..São coisas excenciais na vida de qualquer individuo.Porem eu conheço um,que
    diz, que considerava a sabedoria dele,esterco,para
    ganhar a Cristo.Apóstolo..Paulo,segundo os catedraticos,o grande teólogo.Por tanto não me
    sinto nem um pouco atingido por este tiroteio desnecessario.Até aqui ninguém, leu um texto meu ,no qual eu chamo alguém de ignorante
    e se me chamam,dou glorias a Deus.Pois quem é ignorante faz parte de um universo,no qual já está configurado que tem até professor;se o tal se formou em história,ele conhece bem esse campo.
    Em contra partida pode ser ignorante,no que tange o procedimento dos animais,mas aqui pra nós;se eu estudo a natureza dos animais como foi dito,eu não tenho preguiça mental,tenho ou não tenho? é preciso se descidir.Invejoso que ridiculo;
    inveja de que,ou de quem? O Senhor Jesus já me libertou até dessa ira,bém evidente no teu post,não seria da inveja,que não me libertaria.
    Nobre professor,faça um recap nos evangélhos,que
    você vai ver que o que escrevi no meu artigo,são
    palavras do Senhor Jesus,que morreu por ti,e por mim,e por toda a humanidade.Porque tanta ira?
    Tanto raciocinio distorcido? Você sabia que se você aceitou a Jesus de todo coração,se batizou em nome dele,se você ama ao teu proximo como a ti mesmo, e eu tambem estou inserido no mesmo contexto,você querendo ,ou não querendo
    nos tornamos filho,do mesmo Pai? Por tanto ti
    digo;você está usando de uma inteligência,
    perniciosa.Não podendo reprovar o que saiu da boca do Senhor Jesus,e está escrito,está reprovando ,por eu a ter reportado,com meus
    dedos, usando um teclado.Lidar comigo é simples,basta você permitir que eu, o considere
    um cristão.pois diz a palavra,que nós devemos considerar uns aos outros no Senhor,Amem?
  14. Davi diz:
    Nosso modo de tratar outros
      podemos exercer justiça tratando outros como Deus nos trata. É muito fácil julgar alguém, criticando seus defeitos e questionando suas motivações. Mas quem de nós gostaria que Jeusu inspecionasse impiedosamente todas as nossas motivações e falhas? Não é assim que ele lida conosco. O salmista perguntou: “Se vigiasses os erros, ó senhor ,quem poderia ficar de pé?” (Salmo 130:3) Não somos gratos de que nosso Deus justo e misericordioso prefere não se concentrar nos nossos defeitos? (Salmo 103:8-10) Como, então, devemos tratar outros?
      No seu Sermão do Monte, Jesus avisou: “Parai de julgar, para que não sejais julgados.” (Mateus 7:1) Segundo o relato de Lucas, Jesus acrescentou: “Parai de condenar, e de modo algum sereis condenados.” (Lucas 6:37) Com essas palavras, Jesus demonstrou que se apercebia que humanos imperfeitos têm a tendência de julgar outros. Se algum de seus ouvintes tinha esse hábito, deveria parar com isso.
     Por que devemos ‘parar de julgar’ outros? Primeiro, porque nossa autoridade é limitada. O discípulo Tiago nos lembra: “Há um que é legislador e juiz”. De modo que ele apropriadamente pergunta: “Quem és tu para julgares o teu próximo?” (Tiago 4:12; Romanos 14:1-4) Além disso, nossa natureza pecaminosa pode facilmente nos levar a sermos injustos no julgamento. Muitas atitudes e motivações — incluindo preconceito, orgulho ferido, ciúme e achar-nos justos — podem distorcer o modo como encaramos outras pessoas. Temos outras limitações e, se refletirmos nelas, isso nos ajudará a tolerar os defeitos de outros. Não podemos ler o coração, nem temos como saber de todas as circunstâncias que outros enfrentam. Quem somos nós, então, para atribuir motivações erradas a concrentes ou criticar os esforços deles ao servir a Deus? É muito melhor imitarmos a Deus olhando o que nossos irmãos têm de bom, em vez de nos concentrarmos nas falhas deles.
    • josé d.c. diz:
      Prezado; se eu lhe perguntar qual foi o julgamento que fiz,e em que ponto do texto está,você seria capaz de dizer ,e me apontar?
      Paz pra ti companheiro.
  15. Roberto José diz:
    Graça e Paz Irmãos, Davi e José, vós sois irmãos não brigueis( rsrsrsrs).

    Olá Roberto e demais participantes, Bom dia. Entendo que o casamento civil não tem muita importância – sinceramente vejo como um contrato perante os homens- porém não se consegue à benção de um homem de DEUS, para sua união se você não tiver a certidão de casamento ( para quem acha que precisa dessa benção), deixa eu contar o meu caso: estou namorando a um certo tempo uma senhora viúva ( somos cristãos), e ela insiste em casar no cartório, gerando aquela despesa toda. já expliquei esta situação a alguns pastores que categóricamente informaram que só abençoam esta união se houver o casamento no civil primeiro- minha namorada acha importante-, peço referencias bíblicas, porém vejo que tudo é tradição, coisa de homens que, acham isso, acham aquilo, mas não tem base nas escrituras.

    Só pra constar: gostei muito do blog.

    • josé d.c. diz:
      A paz do Senhor Jesus meu irmão,Roberto José.Bém aventurados os
      pacificadores, pois eles herdaram a terra,é isso mesmo? Mais meu prezado;da minha parte não é minha intenção de brigar com quem quer que seja.Pois a palavra diz, que sem a paz ,e a santificação ,ninguem verá a Deus.È que nem todo mundo sabem discutir,as questões, só no campo das ideias,e partem para a agressão pessoal.Mas tá tudo bem,ta tranquilo,e até
      peço perdão,se fui,deselegante com alguem,Pois sabemos que o dono
      da verdade é só o Senhor,sabio e perfeito.Mais sobre este assunto não me furto dizer que,muitos estão coando um mosquito, e
      engolindo um camelo,como bem frisou Jesus.Eu penso que esse detalhe do registro não pode ser ,um imperçilho,para duas pessoas que se amam se unirem.E muito menos para as pessoas chegarem a Deus.Cntinuo com a minha humilde opinião,que o dito cuju,para as coisas concernente os ditames do mundo ,se faz nacessario.Porem espiritualmente,tudo que precisamos saber está bem claro,interpletado e revelado,no coração daqueles que leva o evangelho a sério. Que a graça, e a paz do Senhor ,seja sobre todos.
    • Márcio Cesar diz:
      O marido deve amar sua esposa como Cristo amou a Sua Igreja – dando sua vida por ela. Amor é a decisão de agir em favor do outro. Ser gentil, atender às necessidades, saber ouvir, ser paciente, não procurar seus próprios interesses… Te aconselho a não se casar mesmo, pois observo que ainda não entendeu o significa agir em favor do outro… Vocês precisam conversar e muito ainda!!!
  16. janderson diz:
    queria muito saber se ja existiu casamento na igreja e depois os noivos esperam para casar no cartório ?
  17. palavra do senhor em mateus 19 / 7;8.9,10;11;12 1 corintios 7 ;33.34.35 romanos / 1.2.3.4 muitas palavra de jesus leia a biblia a paz do senhor
    • Lili diz:
      Com festa, sem festa, no cartório ou na igreja, casamento é compromisso firmado diante de testemunhas:
      Então Boaz disse aos anciãos e a todo o povo: Sois hoje testemunhas de que tomei tudo quanto foi de Elimeleque, e de Quiliom, e de Malom, da mão de Noemi,
      E de que também tomo por mulher a Rute, a moabita, que foi mulher de Malom, para suscitar o nome do falecido sobre a sua herança, para que o nome do falecido não seja desarraigado dentre seus irmãos e da porta do seu lugar; disto sois hoje testemunhas.
      E todo o povo que estava na porta, e os anciãos, disseram: Somos testemunhas; o SENHOR faça a esta mulher, que entra na tua casa, como a Raquel e como a Lia, que ambas edificaram a casa de Israel; e porta-te valorosamente em Efrata, e faze-te nome afamado em Belém.
      E seja a tua casa como a casa de Perez (que Tamar deu à luz a Judá), pela descendência que o SENHOR te der desta moça.
      Assim tomou Boaz a Rute, e ela lhe foi por mulher; e ele a possuiu, e o SENHOR lhe fez conceber, e deu à luz um filho.
      Rute 4:9-13

      Porém, como somos cristãos, vamos perguntar a Jesus? A opinião Dele me basta!
      Disse-lhe Jesus: Vai, chama o teu marido, e vem cá.
      A mulher respondeu, e disse: Não tenho marido. Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido;
      Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade.
      João 4:16-18

      • No Eden não haviam testemunhas e Deus não disse que deveria haver.
        • Lili diz:
          Oi Roberto, paz!
          Vc leu Jo 4:16-18?
          casamento
          s. m.
          1. Acto ou efeito de casar.
          2. Contrato de união ou vínculo entre duas pessoas que institui deveres conjugais. = MATRIMÔNIO
          3. Cerimónia ou ritual que efectiva esse contrato ou união. = BODA
          4. [Figurado] União, associação, vínculo.
          Infelizmente, nós não vivemos no Eden, e que eu me lembre, me desculpe se pareço irônica, não tinha mais ninguém além dos dois, e Deus foi(é uma característica dele, vc sabe, o querer e o efetuar) a testemunha.
          Porém, somos seres sociais, temos uma grande nuvem de testemunhas e um Soberano a quem prestar contas.
          Toda a burocracia e despesas com as quais nos envolvemos para formalizar o casamento fazem parte de um momento solene em que nos consagramos a outro ser humano e assumimos responsabilidade para com este, confessamos uma aliança, diante de Deus e dos que nos são queridos. Não são, é verdade, garantia de sucesso, mas devido apenas à dureza dos nossos corações. Não honramos compromissos, não cumprimos palavra dada.
          Vc já leu Ml 2? Se não, faça-o, esse capítulo mostra o que o Pai Eterno pensa a respeito dos nossos compromissos não cumpridos.
          Acontecem casamentos nas mais adversas circunstâncias: em meio a guerras, catástrofes, perseguições, etc, o que importa são as intenções do coração.
          Como, por aqui, não estamos em alerta vermelho, procuremos viver de forma agradável a Deus=sem escândalos.
          Paulo, em todo o cap. 14 de Romanos, nos orienta a respeito da vida em sociedade:
          “Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente.
          Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz e o que não faz caso do dia para o Senhor o não faz. O que come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e o que não come, para o Senhor não come, e dá graças a Deus.
          Porque nenhum de nós vive para si, e nenhum morre para si.
          Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor. ”
          Romanos 14:5-8
          Que em todas as coisas Deus seja louvado!
          Deus o abençoe.
          PS- Sei o que é estar casada (por 25 anos), sei o que é estar separada(por 10 anos). E, não gosto de festas de casamento.
          • Paz seja contigo, Lili.
            Eu já li a Bíblia toda, diversas vezes e estou relendo mais uma vez.
            Em João 4:16-18 Jesus apenas usa a linguagem humana que a própria samaritana usou antes, pois Ele tinha chamado o homem de marido, ela disse que não era e aí ele começa a falar segundo a linguagem dela.
            Eu sei o sentido do dicionário e sabemos que isso é o significado diante dos homens(ao menos de alguns homens, pois a maioria hoje definiria de outra forma).
            Deus foi testemunha no Éden e hoje é testemunha também, não há nada na Escritura que diga que deva haver uma testemunha humana.
            Eu concordo que caso haja alguém que possa ser escandalizado se faça conforme a tradição mas dizer que sempre que uma pessoa não se casa no civil causa algum tipo de escandalo é exagero.
            Se alguém, por fraqueza, sente que deve se casar no civil, que se case.Deve ser respeitado, assim como aquele que decide se casar somente na realidade da vida e no coração.
            Que Deus te abençoe também.
  18. dionatan pires diz:
    ermaos eu era solteiro e nunca tinha casado antes e estava no mundo conheci minha esposa moramos junto e nao sou casado no civil mas sou fiel a ela agora me comverti e nao tenho condicoes de pagar meu casamento..nao tomo a ceia pq afirman muitos irmaos q estou em adulterio…..,,,mas hoje comfirmei q sao lobos q tiram vidas do caminho da salvacao e com suas linguas defamadoras machucao e injuriam e se colocam como juiz .,sendo q so o senhor jesus tem o poder de julgar,nao cumprim o segundo maior mandamento q é amar o outro como a nos mesmos mas gracas a deus q a graca de jesus e a sua mao me sustentou a paz de cristo seja conosco..
  19. Amandinha diz:
    Eu acho importante o casamento civil, mas creio que o casamento na igreja é muito mais importante e é o sonho de toda mulher. Um dos dias mais importantes na vida de uma mulher apaixonada é o casamento…

    Gostei das discussões nos comentários… Beijos!
    Acesse : Pintura para Quartos (do casal, do bebê, feminino)

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